Primeiramente, gostaria de ter habilidade suficiente para externar em meras palavras escritas o que me é intrínseco à mente. Não existe, em nosso léxico, sequer um vocábulo capaz de transmitir os sentimentos que permeiam meu ser, deixando-me em êxtase profundo pelo simples e marcante fato de encontrar-me aqui, digitando minha primeira postagem nesse blog recém-criado, para provavelmente ser lido depois de um longo tempo por mim mesmo ou por outro alguém que por acaso venha de encontro casual a esse blog.
Segundamente, seria interessante ressaltar alguns pontos que sempre far-se-ão presentes no decorrer da elaboração dos textos, como características genéticas imutáveis; mas diferentemente dessas, estarão aqui disponíveis no princípio, para que, se não do agrado de um potencial leitor, relevado em sua totalidade, não após a leitura de alguma obra já feita.
Como deve ter sido notado por você, leitor, esse texto (bem como os demais) apresenta uma linguagem um pouco requintada, característica essa provavelmente perniciosa, por vezes pelos elementos de valor semântico desconhecido terem sua significação inferida, e como é por todos sabido, em um panegírico qualquer, o termo caracterizante, independentemente de qual seja, possuirá um valor positivo e outro negativo, justamente por ser o que é: um adjetivo (não existem palavras de tal classe semântica neutras quando visa-se adular algo(uém): sempre serão ora positivas, ora negativas).
Depois de ter-se tratado da questão formal das publicações dessa página, ressalta-se o caráter material das mesmas. Com a leitura delas, perceberá o cunho fantasioso com o qual foram forjadas essas postagens. Não se admire: imagino-me em uma tribuna, proclamando essas palavras para uma multidão entorpecida, atenciosa às minhas palavras, prestes a fazer conforme digo, desde que pronunciadas de forma eloqüente o bastante para seus ouvidos. A fonte de inspiração para tais devaneios são fatos corriqueiros de minha vida em que, adequando de forma indevida a Teoria Tridimensional do Direito de Miguel Reale, extraio deles um valor próprio, e transformo-os nesses escritos.
Sim, sou fantasioso! Mas não me preocupo com isso aqui. Esse blog não tem por função primeira a divulgação externa desse material, mas apenas registrar alguns pensamentos meus para a posteridade, para, quem sabe, relê-los e gargalhar com tamanhas bobagens aqui escritas. Como o próprio subtítulo do blog indica, verba volant, animus ecfluere, scripta manent, ou seja, palavras voam e a mente esvai-se, mas escritos permanecem.
Não prometo freqüência de publicações, até porque não é uma coisa pré-programada o que aqui escrito está: na realidade, vêm com o momento e, se não se toma a devida precaução, com a mesma facilidade esvanecem-se.
Boa sorte em minha jornada!
Segundamente, seria interessante ressaltar alguns pontos que sempre far-se-ão presentes no decorrer da elaboração dos textos, como características genéticas imutáveis; mas diferentemente dessas, estarão aqui disponíveis no princípio, para que, se não do agrado de um potencial leitor, relevado em sua totalidade, não após a leitura de alguma obra já feita.
Como deve ter sido notado por você, leitor, esse texto (bem como os demais) apresenta uma linguagem um pouco requintada, característica essa provavelmente perniciosa, por vezes pelos elementos de valor semântico desconhecido terem sua significação inferida, e como é por todos sabido, em um panegírico qualquer, o termo caracterizante, independentemente de qual seja, possuirá um valor positivo e outro negativo, justamente por ser o que é: um adjetivo (não existem palavras de tal classe semântica neutras quando visa-se adular algo(uém): sempre serão ora positivas, ora negativas).
Depois de ter-se tratado da questão formal das publicações dessa página, ressalta-se o caráter material das mesmas. Com a leitura delas, perceberá o cunho fantasioso com o qual foram forjadas essas postagens. Não se admire: imagino-me em uma tribuna, proclamando essas palavras para uma multidão entorpecida, atenciosa às minhas palavras, prestes a fazer conforme digo, desde que pronunciadas de forma eloqüente o bastante para seus ouvidos. A fonte de inspiração para tais devaneios são fatos corriqueiros de minha vida em que, adequando de forma indevida a Teoria Tridimensional do Direito de Miguel Reale, extraio deles um valor próprio, e transformo-os nesses escritos.
Sim, sou fantasioso! Mas não me preocupo com isso aqui. Esse blog não tem por função primeira a divulgação externa desse material, mas apenas registrar alguns pensamentos meus para a posteridade, para, quem sabe, relê-los e gargalhar com tamanhas bobagens aqui escritas. Como o próprio subtítulo do blog indica, verba volant, animus ecfluere, scripta manent, ou seja, palavras voam e a mente esvai-se, mas escritos permanecem.
Não prometo freqüência de publicações, até porque não é uma coisa pré-programada o que aqui escrito está: na realidade, vêm com o momento e, se não se toma a devida precaução, com a mesma facilidade esvanecem-se.
Boa sorte em minha jornada!
Nenhum comentário:
Postar um comentário